Temos recebido de vários empresários argumentos do tipo: “estou vendendo o volume necessário, mas mesmo assim estou atolado em dívidas”. Como entender isso?
Imediatamente nos vem à mente uma bela canção com um verso: “dinheiro na mão é vendaval”
Sim, gerar receita é o maior desafio de todas as empresas, mas saber usar o dinheiro obtido, não fica muito atrás.
Visitando a empresa salta aos olhos a questão da organização financeira.
A operação diária de uma empresa é marcada por um razoável volume de providências e soluções de problemas grandes e pequenos. Este emaranhado de situações desafia minuto a minuto tanto o gestor do negócio como sua equipe, e causa aos poucos a perda do senso de organização. Dois sintomas são aos poucos percebidos: o visual desgastado do aspecto externo da empresa e o descontrole do Fluxo de Caixa.
Não existe caixa negativo! Por isso o lema de toda empresa precisa ser “primeiro receber, depois pagar”. Se esta regra for invertida, o dinheiro para realizar pagamentos virá de empréstimos de curto prazo, os mais caros do mundo.
Como resolver a questão? Resposta: com organização! Por maior que seja o volume de pagamentos que uma empresa tiver e por maior que seja o volume de recebimentos, a entrada e saída precisam ser organizadas sob o lema “primeiro recebe, depois paga”. Deste lema surgem três controles importantes para a saúde financeira da empresa. Leia mais no blog Ágil + Frágil.















Ter dinheiro no banco nem sempre quer dizer que temos dinheiro em caixa.
Alguns pequenos empresários se enganam com uma conta corrente positiva (momentaneamente) e acabam extrapolando.
As ferramentas de controle financeiro, como o fluxo de caixa, trás o controle da gestão financeira para a mão do empreendedor e essa é a chave para o sucesso de qualquer empresa.
Pode-se dizer que a gestão financeira inadequada tem sido uma dos desafios frente a sobrevivencia das empresas. Aliás as empresas pequenas por não terem capital de giro vão aos gestores financeiros e acabam minando a sua existência. Concordo com a matéria quando aponta que deve haver por parte do gestor uma melhor equação financeira que proporcione uma existência frente o ambiente externo.